Tudo praticamente mudou. Com o auxílio do computador tudo
se tornou mais fácil e prático. Com o apertar de uma, duas, três,... Teclas
podemos viajar por todo o mundo, em
qualquer momento.
A pedagoga
Andrea Cecília Ramal (2000), através do seu artigo nos faz refletir sobre esse
questionamento: “O computador vai substituir o professor”. Propondo-nos de início
um diálogo sobre a escola que temos e a escola que queremos. O computador auxilia, mas jamais
substitui a presença do professor, são nas relações humanas, no dia-a-dia, no
contato físico que o processo do ensino-aprendizagem se efetiva. A máquina não
tem emoção e sensibilidade. É programada por um profissional.
O que
não é possível substituir é o contato humano que deve existir entre as pessoas.
A escola, o ensino sistematizado proporciona esse contato, essa interação. A
vida do homem sem interação com o seu semelhante fica sem sentido. Tudo muda. A
escola também muda, ou melhor, deve mudar. Penso que o professor não vai deixar
de existir porque existe uma máquina que também pode ensinar. São caminhos
diferentes. O potencial criativo do seu ser humano, esse “colorido especial” a
máquina não substitui.
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